ela que estava só...
viajava nos espaços vãos...
corria os dedos nas sombras que espiavam...
e tinha claros os rumos do destino.
aceitou a volta que a esperança cria...
baixou os escudos e enterneceu.
de vidro eram os expostos...
cortaram as formas... os devaneios... os sonhos.
e eis que tudo ficou vazio novamente.
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